segunda-feira, 29 de junho de 2009
Inquérito: O que me apetecia mesmo era sugerir um tema para um episódio do Pós-coital?
Enviem as sugestões para: pos.coital@gmail.com. O sortudo do seleccionado vai ter o seu nome dos créditos do episódio que for filmado.

sábado, 27 de junho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
O Dr. Coto Alçado e os problemas psicossomáticos
«Problemas psicossomáticos
Por Prof. Doutor Coto Alçado
Um factor de impacto na vida sexual é a existência de problemas psicossomáticos. A psicossomasíase pode prejudicar gravemente um casamento, introduzindo interferências psicossomatiquenses na vida do casal. É, com toda a evidência, o problema subjacente ao ao presente episódio, em que a psicossomasia gera um desentendimento grave num casal, de outro modo, bastante harmonioso.
A psicossomasíase é um problemas delicado que exige acompanhamento especializado e condições rigorosas de quarentena, pois, como o próprio nome indica, é um factor altamente contagioso, que pode causar condições psicossomáticas altamente perniciosas à vida individual, à vida a dois e (em dois casos) à vida a três. Se detectar problemas psicossomáticos a interferir com a sua vida, não hesite em consultar-me. Poderá confirmar que sofre de problemas psicossomáticos se forem cumpridas duas condições: 1) serem problemas; 2) serem psicossomáticos.
Lembre-se, a psicossomasíase pode matar.»
O professor doutor José Manuel Coto Alçado é licenciado em Psicologia Afectiva pela Universidade Moderna, doutorado em Practical Sex pela Universidade de Berkeley e professor em diversas instituições superiores da Europa, África e Arquipélago da Madeira. É consultor de vários periódicos dedicados às relações afectivas, como o Practical Relationships, Le Problematique du Mariage, Busty Bitches, Mariana e Telenovelas.

quinta-feira, 25 de junho de 2009
Consultório Pós-coital
Querida dr. Filomena,
Queria colocar-lhe um caso delicado. Sou um homem de 24 anos a tirar um MBA, director de marketing júnior de uma empresa multinacional e com francas hipóteses de ascensão. Sou moreno de olhos azuis, atlético, pratico squash e gosto de jogar xadrez com os amigos, além de também me interessar por livros, filmes, moda e decoração de interiores e ser vegetariano e abstémio. Não sei bem por que razão, mas tenho algum sucesso com o sexo oposto. Porém, esse sucesso termina a partir do momento em que apresento as minhas namoradas ao meu pai. O meu pai é um senhor de 60 anos com 200 kg de peso, calvo, mas consideravelmente peludo no resto do corpo, cujo principal passatempo é arrotar em frente à televisão e tentar acertar no candelabro com as latas vazias de cerveja. Ele toma banho quinzenalmente mas só muda de roupa de mês a mês, além de tratar todas as mulheres – incluindo as minhas namoradas e a minha mãe – como “coninha jeitosa”. Como lhe dizia, não sei bem porquê, depois de levar as minhas namoradas lá a casa, elas dão-me com os pés e não querem saber mais de mim.
Por favor ajude-me a descobrir o que há de errado comigo, para eu conseguir conservar a mulher dos meus sonhos.
Meiguinho
Caro meiguinho,
É óbvio que o senhor é metrossexual, com tendências homo… As suas namoradas apaixonam-se por si por acharem que é o homem ideal, mas depois de conhecerem o seu pai, percebem inevitavelmente que o “homem ideal” as vai trair com o seu melhor amigo e então preferem um homem de sovacos gordurosos. Por isso o meu conselho é que siga o exemplo do seu pai e largue essas paneleirices todas do squash e do vegetarianismo e descubra as alegrias da febra grelhada e mandar pirotos às mulheres. Se não lhe agradar a ideia, sugiro que tente aliciar os seus amigos de xadrez para outro tipo de jogos.
Mais perguntas, dúvidas e reclamações pré-sexuais, sexuais, sexagenárias, pós-sexuais, inter-sexuais, intrassexuais, assexuais, amorosas, odiosas, indiferentes, sentimentais e ressentidas para pos.coital@gmail.com.

segunda-feira, 22 de junho de 2009
sábado, 20 de junho de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
O Dr. Coto Alçado e a falta de tempo
«A falta de tempo
Por Prof. Doutor Coto Alçado
É catastrófico o efeito que a falta de tempo tem nas relações conjugais. No último episódio assistimos à dificuldade de entendimento do casal devido ao facto de a esposa ter de realizar uma visita de cortesia aos pais que sofrem de doenças terminais profundas e o marido ter de assistir a um jogo de futebol para concretização dos seus deveres profissionais como scout.
Creio já ter abordado aqui formas de combater a falta de tempo e não me alongarei demasiado nessa problemática. Gostaria, porém, de aconselhar a prudência para com os pleonasmos amorosos. É evidente que um marido que numa mesma frase enuncia amor, adoração e paixão pelo mesmo destinatário, se encontra sob o efeito de uma patologia obsessiva e precisa de aconselhamento clínico urgente. Caso o leitor se veja a proferir expressões similarmente tautológicas destinadas a uma única pessoa, objecto ou animal, recomendo-lhe que me consulte com a maior brevidade possível.»
O professor doutor José Manuel Coto Alçado é licenciado em Psicologia Afectiva pela Universidade Moderna, doutorado em Practical Sex pela Universidade de Berkeley e professor em diversas instituições superiores da Europa, África e Arquipélago da Madeira. É consultor de vários periódicos dedicados às relações afectivas, como o Practical Relationships, Le Problematique du Mariage, Busty Bitches, Mariana e Telenovelas.

quinta-feira, 18 de junho de 2009
Consultório Pós-coital
Cara dr. Filomena,
Cara amiga, gostaria de a consultar sobre um assunto delicado. Sou casada há 15 anos. O meu marido tem verrugas, cheira mal dos pés, tem um desempenho de 3.ª divisão distrital na cama, passa o tempo todo a lamuriar-se da família dele, do emprego, da saúde, da comida, do ténis, da casa, da canalização, do carro, da televisão, do tempo e dos resultados do Benfica. Eu não o amo e estou até bastante farta dele. Só que ele tem um bom salário.
Recentemente, no meu ginásio atribuíram-me um novo personal trainer, um rapaz de 25 anos musculado, de pele bronzeada, cabelo crespo e olhos azul-céu. É uma simpatia de pessoa e muito gentil, com mãos de fada para me ajudar a fazer os abdominais.
Ultimamente, não sei bem porquê, tenho-me sentido ainda mais cansada do meu marido do que o costume, e até já pensei no divórcio; o problema é que a mesada que ele me dá dava-me jeito para pagar o ginásio, o solário, a piscina, o esteticista, o cirurgião plástico, a clínica de depilação e os chás no Majestic.
Que conselho é que me dava?
Um beijo da
Enfadada
Cara Enfadada,
É óbvio que uma mulher não tem um mínimo de qualidade de vida sem uma boa depilação a laser. Sugiro-lhe que continue com a sua vida normal, mas quando fizer sexo com o seu marido imaginar que está a fazê-lo com o seu personal trainer. Vai ver que rapidamente recupera a satisfação sexual ou, em alternativa, perde o interesse pelo personal trainer. Caso isso não resulte, sugiro-lhe Ratox.
Um beijo da Filomena.
Mais perguntas, dúvidas e reclamações pré-sexuais, sexuais, sexagenárias, pós-sexuais, inter-sexuais, intrassexuais, assexuais, amorosas, odiosas, indiferentes, sentimentais e ressentidas para pos.coital@gmail.com.

segunda-feira, 15 de junho de 2009
sábado, 13 de junho de 2009
sexta-feira, 12 de junho de 2009
O Dr. Coto Alçado e o sono pós-coital
«Os nomes
Por Prof. Doutor Coto Alçado
Foram quatrocentos e sessenta e três os casos de separação e conflito devido a sono pós-coital com que me deparei nos meus 25 anos de carreira. Isto incluindo o casal em que o marido também era zoófilo.
Grave. É um problema muito grave. 50% dos casos acabaram em separação, 15% acabaram em hospitalização, 8% em acidentes rodoviários, um caso acabou tetraplégico por ter caído do andaime. Os outros deram um beijinho e perdoaram-se mutuamente.
Tenho de insistir sempre no mesmo conselho: Antes. De. Fazer. Sexo. Arranjem. Um. Preservativo.
Ah, e claro: Tomem. Um. Redbull!
O café não é suficiente. Redbull. Ou então anfetaminas. Ou as duas coisas. Lavar a cara também ajuda. Em casos mais extremos, tive de receitar choques eléctricos de intensidade moderada.
Os meus estudos indicam que é mais grave enganar o parceiro sexual, mas a moleza dos membros e o peso incontrolável das pálpebras não pode ser ignorado.
Pensem nisto.»
O professor doutor José Manuel Coto Alçado é licenciado em Psicologia Afectiva pela Universidade Moderna, doutorado em Practical Sex pela Universidade de Berkeley e professor em diversas instituições superiores da Europa, África e Arquipélago da Madeira. É consultor de vários periódicos dedicados às relações afectivas, como o Practical Relationships, Le Problematique du Mariage, Busty Bitches, Mariana e Telenovelas.

quinta-feira, 11 de junho de 2009
Consultório Pós-coital
Recorro a si, querida amiga, porque me surgiu um enorme problema. O meu namorado insiste em fazer amor usando uma peruca que o faz parecer o John Lennon. Eu gosto muito do meu namorado e quero que ele se sinta bem. Mas a verdade a situação causa-me algum desconforto porque gosto mais dos Rolling Stones e preferia que ele usasse uma peruca que o fizesse parecer mais com o Keith Richards.
Tem alguma sugestão que nos permita satisfazer aos dois?
Beijinhos da
Yoko
Cara Yoko,
Sugira ao seu namorado que, além da peruca, use também eyeliner e um lenço em volta da peruca. Deste modo ele vai continuar a achar que é o John Lennon e a Yoko pode sempre pensar que é o Johnny Depp a fazer de conta que é o Keith Richards nos Piratas das Caraíbas.
Espero que a satisfaça.
Beijinhos da Filomena.
Mais perguntas, dúvidas e reclamações pré-sexuais, sexuais, sexagenárias, pós-sexuais, inter-sexuais, intrassexuais, assexuais, amorosas, odiosas, indiferentes, sentimentais e ressentidas para pos.coital@gmail.com.

terça-feira, 9 de junho de 2009
domingo, 7 de junho de 2009
sábado, 6 de junho de 2009
sexta-feira, 5 de junho de 2009
O Dr. Coto Alçado sobre todos os nomes
«Os nomes
Por Prof. Doutor Coto Alçado
Sempre considerei uma exigência estranha o facto de as pessoas quererem ser tratadas pelos próprios nomes. Esta absurda exigência tem levado muitas pessoas a tratarem toda a gente que encontram por "colega", "companheiro", "chefe", "amigo", "jovem", "doutor", "engenheiro", "caralho" ou "sô vítor". Porém, todas estas designações me parecem altamente dúbias, nem que seja pelo facto de serem relativamente inapropriadas num contexto sexual.
No caso deste episódio, a personagem masculina é nitidamente vítima de um episódio efémero de Alzheimer que o levou a confundir a actual companheira com uma antiga companheira ou com a mãe. Um caso relativamente frequente na vida sexual dos casais, mas com consequências quase sempre fatais.
Num contexto de penetração sexualizada, há quem opte por tratar o parceiro unicamente por fofo/fofa, querido/querida, melzinho/melzinha, torrãozinho/torrãozinha, gajo bom/gaja boa, leozinha/leãozinho, égua/touro. Uma boa estratégia mas que pode induzir desconfiança no parceiro sexual.
Aos meus clientes costumo fornecer uma série de dicas sobre como tratar o seu parceiro sexual da forma mais personalizada possível, como "mulher linda que estou a penetrar", "homem viril de grande dinamismo sexual", "ser humano do género feminino com excelentes atributos físicos" ou "homem ternurento mas de pénis substancialmente dimensionado".
Os resultados têm sido excelentes até agora.»
O professor doutor José Manuel Coto Alçado é licenciado em Psicologia Afectiva pela Universidade Moderna, doutorado em Practical Sex pela Universidade de Berkeley e professor em diversas instituições superiores da Europa, África e Arquipélago da Madeira. É consultor de vários periódicos dedicados às relações afectivas, como o Practical Relationships, Le Problematique du Mariage, Busty Bitches, Mariana e Telenovelas.

quinta-feira, 4 de junho de 2009
Consultório Pós-coital
Importa-se que a trate por Filó? Sempre quis tratar alguém por Filó. Quero primeiro dizer-lhe que sou um leitor devoto seu e acredito piamente em tudo o que diz.
É por isso que lhe escrevo para lhe falar do meu problema. Sabe, Filó, não me posso queixar da minha vida sexual. A minha companheira dá-me imenso prazer, nunca refila comigo e faz sempre aquilo que me apetece fazer. O único problema é que nunca fala comigo depois do sexo. Já tentei conversar com ela, fazer-lhe festas, elogiar o desempenho dela, mas nada. Ela fica simplesmente ali, deitada onde quer que seja, à espera que comecemos outra vez a fazer sexo. Será que me pode dar umas dicas para melhorar a minha vida pós-coital? Ficar-lhe-ei eternamente agradecido, Filó.
Beijos respeitosos do
Leitor Fiel
Caro Leitor Fiel,
Em primeiro lugar, muito obrigada pelo seu apoio. Em segundo lugar, odeio que me tratem por Filó. Em terceiro lugar, quantas vezes tenho de dizer que a vossa mão não fala e por isso não adianta ter conversas com ela. Se quiser melhorar a sua vida pós-coital assine a Sport TV ou saia mais de casa.
Beijos da Filomena (se faz favor).
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quarta-feira, 3 de junho de 2009
Já anotou no filofaxezinho?
É no sabadozinho que temos mais um episodiozinho do Pós-coitalzinho…

terça-feira, 2 de junho de 2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Nós já percebemos que vocês não estão a atinar com a nova série, por isso…
1.ª dica: É uma série que vai contar toda a verdade.
